Amarcord amigo Mário!

 por do sol

É na juventude e adolescencia  quando ainda somos bastante novos que temos amigos e colegas que deixam marca e recordações únicas e genuinas. A amizade nesses tempos “despreocupados” é muitas vezes preponderante para esquecer os maus momentos porque todos passávamos.

Todos os que passaram pela adolescencia como voces queridos leitor ou leitora, saberão o que estou a dizer. Mais tarde lembramo-nos dos bons momentos como forma de manter são o espirito e sã a mente. E ainda bem!

Não invejo os adolescentes de hoje porque poucos viverão os momentos que passámos na Praceta do Junqueiro em Carcavelos na década de 60. A televisão era rudimentar, não havia computadores nem telemóveis  e assim passávamos tempo juntos a socializar,a jogar ás cartas, a disparatar, a desinformar-nos mutuamente o que tambem incluía a especulação  sobre o sexo oposto.

Hoje estou a recordar-me do Mário Simões. Teria um par de anos mais que eu. Mas era uma referencia… Nós eramos verdadeiramnte uns putosecos ao pé dele. O Mário era um grande desportista. Sempre bem treinado, tinha jeito para qualquer desporto mas evidenciou-se na natação e no raguebi. Muitas vezes o procurei quando ía a Portugal mas sem sucesso.

 Hoje se procurarmos o seu nome no Google não aparece nada. Bastante informação sim, sobre o seu pai o pianista Mário Simões, que além de ser conhecido por muitos exitos  da musica ligeira,nos deu algumas conhecidas marchas para a sofredora  familia Sportiguista.  A partir de hoje amigo Mário quem te procurar no Google e juntar Praceta e Carcavelos te encontrará assim como o meu testemunho de grande saudade por ti!

8 thoughts on “Amarcord amigo Mário!

  1. Olá João Pinheiro, ou melhor “Staffordiano”. Foi a filha do Mário, a minha sobrinha Filipa, que me deu conhecimento do teu texto. Quando vi a tua a foto com o Zé Manel da Marina e com o Johnny do Hotel, fez-se luz. És o irmão do Pedro e da Joana. Realmente, o que dizes é absoluta verdade, os tempos de adolescência, já por si únicos na vida de cada um, passados na Praceta do Junqueiro (mais tarde promovida a praça) foram de um absoluto privilégio. Que afortunados fomos, todos os que crescemos naquele “ecossistema” de absoluta liberdade (não falamos de política, claro) na década de 60 e 70. Como deves calcular este texto tocou-me particularmente. Obrigado. João.

    • Caro João! Muito me alegra teres deixado as tuas mensagens no blogue! Como eras mais novito era como se fosses doutra geração. Recordo-me de ti mas andarias mais protegido da nossa geração. Estamos a ver se fazemos uma reunião na Praceta no verão! Se assim for espero que possas vir! Um grande abraço Do Stafford

  2. Ola, Joao. Foi quando procurava alguma noticia do Mario Simoes que vim a descobrir o teu blog. Eu era amiga dele nos fins dos anos 60, quando tinha 18 anos e ele um pouco mais. Tambem conheci o Lacerda, e outros cujos nomes nao me recordo. Fui muitas vezes a Praceta do Junqueiro nessa altura, e continuo a ir quando estou em Portugal pois a minha mae vive perto. Nao percebi bem pelos comentarios se o Mario faleceu. Fico triste, se for mesmo assim. Podes confirmar por favor? Obrigada pelo teu blog, que achei muito divertido e despertou memorias de tempos da minha juventude. Um abraco, Betty.

    • Olá Betty. Sim, Infelizmente nem o Mário nem o Lacerda ficaram connosco. Ainda bem que a Betty encontrou o texto relacionado com o Mário. É a primeira pessoa que justifica o meu cuidado em pôr tags para se poder encontrar factos que seria quase impossível doutra forma. Estou a pensar hoje mesmo publicar um texto em que me volto a referir ao Mário. Muitas discussões sobre as memórias da Praceta desenvolvem-se num grupo do facebook! Um abraço

      • Joao. Tenho muita pena de saber do falecimento do Mario e do Lacerda. Ha’ quanto tempo aconteceu? Betty.

        • Betty! Eu já não vivo em Portugal desde 1973. Conheceste a Paulucha? Ela é que sabe as datas. Posso adicionar-te no facebook? Posso por-te em contacto com ela por lá! João

          • Ola, Joao. Sim, tenho Facebook sob o nome de Elizabeth Casqueiro. Nao conheco a Paulucha, mas gostaria de a conhecer. Um abraco, Betty.

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