The Reinsurance spell

Leslie  Godwin

 When I got redundant from the Lloyd’s experience it was not difficult to get a new position in the City! My new address was Dunster House on Mark Lane, very near the Tower Hill tube station. The business at hand was Reinsurance and its international market. My new employer was Leslie & Godwin- brokers at Lloyd’s- and starting date 10th October 1969.

The work consisted mainly on writing letters to our customers- big insurance companies- all over the world. Like this I got in touch with Japan, Argentine, France and even Portugal. I would write these letters by hand and leave them on a tray where the typing pool would type them and returned them for confirmation by me and signing by my superior Mr. Johnson.

Mr. Brown and Mr. Johnson sat in a special glassed room so they could see what was going on. I could not help years later to see parallels with what was going on and that brilliant British sitcom, “The office”.

 My arrival at the office was not welcoming by all. I came to understand, later on, that some of the younger office workers saw me as a threat because of the international character of the business and my knowledge of languages. Still, I did my work and most of my life at that time was revolving outside the office.

  I was already combining the City life with an ever increasing night life and as the Portuguese connection grew deeper changes were occurring up to the day that I left in my notice and moved on and away from the world of Reinsurance.

Curiously it was a temp girl called Judy, who I was going out with, that prompted my resignation.

 The picture shows me in a three-piece suited with colleagues Tony Cooper and Joe enjoying a lunch break with half a pint.

 

 

 

4 thoughts on “The Reinsurance spell

  1. Viva João,
    Possivelmente não te lembras de mim, mas eu vivia junto aos bombeiros de Carcavelos e de vez em quando os grupos reuniam-se, e muitas das pessoas que falas eu também conheço. O António Feio, o Luís Lacerda, que andou muito tempo comigo no Liceu de Oeiras, a Paulucha que ainda a semana passada encontrei, etc. Um dia estava em Londres e tinham-me dito que estavas numa discoteca no centro. Fui lá e encontrei-te num dia de festa, com uma farda de fantasia de soldadinho de chumbo ou coisa parecida. Como falas noutro post, era pela alcunha que eras mais conhecido, de facto. Eu também era conhecido pelo Bilas, e ainda sou. Abraço

  2. Caro Bilas.
    A memória prega-nos algumas partidas e ainda bem que aparece alguem que se lembra de alguma coisa desses tempos já remotos. Eu reconheço lapsos. De facto não me recordo dessa situação nem de ter aparecido um carcavelense na noss vida noturna. Os lapsos de memória e a sensação de festa a que te referes tem a sua lógica. Tinhamos uns 18 anos e faziamos o que queriamos, só a falta de dinheiro nos limitava. Tentando reconstruir sobre o que me contas talvez tenha sido algo assim. O clube seria o Concorde que tinha como DJ um portugues ( o Toni carolo). Nessa altura andava quase sempre com o Mário Soveral, que perdi de vista. Lembro-me que encontrámos uns casacos brancos tipo marinheiro ou oficial da marinha que pensávamos nos dava um grande charme e que impressionava as miudas. Para ti ficou outra impressão que estávamos vestidos de soldadinhos de chumbo. Bolas que desilusão.Fiquei curioso em saber quem teria indicado do meu paradeiro na discoteca. Terá sido a Paulucha ou o João Raminhos que por lá andaram tambem? Bem foi girissimo teres escrito estas linhas no blogue e desde já te agradeço te-lo feito. Talvez nos possamos encontrar no verão se tudo correr bem. A Paulucha concerteza que organiza qualquer coisa. Um grande abraço

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